15
set
09

O Currículo das Seis Lições

De John Taylor Gatto, o Professor do Ano do estado de Nova Iorque de 1991

Traduzido por Vinícius Morais Simões https://vsimoes.wordpress.com

Por favor me chame de Mr Gatto. Há vinte e seis anos atrás, não tendo encontrado nada melhor para fazer, eu decidi trabalhar como professor. Meu diploma me dá licença para trabalhar como um professor de Língua e Literatura Inglesa, mas isso na verdade não tem nada a ver com o que eu realmente faço. Na verdade eu ensino sobre como as escolas funcionam, sendo que inclusive ganho prêmios fazendo isso.

Ensinar pode significar muitas coisas diferentes, mas existem seis regras pedagógicas que são comuns desde o Harlem até Hollywood. Você paga por essas lições por mais maneiras do que você imagina, portanto é bem possível que você reconheça que lições são essas:

A primeira lição que eu ensino é: “Mantenha-se à classe à qual você pertence”. Eu não sei quem é a pessoa que decide qual aluno pertence a qual classe mas também não tenho nada a ver com isso. As crianças recebem números de forma que se qualquer uma resolver fugir poderá ser devolvida para a sua respectiva classe. Através dos anos a variedade de formas que as crianças podem ser classificadas e enumeradas aumentou dramaticamente, de forma inclusive a tornar difícil perceber o ser humano por detrás da montanha de números que cada estudante carrega. Classificar e enumerar crianças é um negócio grande e lucrativo, apesar de não ser muito claro o objetivo por detrás de tal negócio.

De qualquer forma, eu também não tenho nada a ver com isso. Minha função é fazer as crianças gostarem – de ficar trancadas juntas, quero dizer – ou ao menos, suportarem isso. Se as coisas prosseguirem de acordo, as crianças não se imaginarão em nenhum outro lugar ; elas irão invejar e temer as melhores turmas e terão desprezo pelas piores turmas. Assim a classe se mantém em boa ordem. Essa é a verdadeira lição de qualquer arena de competição como a escola. Você acaba conhecendo o seu devido lugar.

Entretanto, apesar do esboço desenhado, eu faço um esforço para incentivar as crianças a alcançarem os maiores resultados nos testes, prometendo uma possível promoção inter-classe como recompensa. Eu insinuo que chegará um dia no qual o empregador irá contrata-los com base nos resultados desses testes, mesmo apesar da minha experiência pessoal dizer que os empregadores são (acertadamente) indiferentes a tais coisas. Eu nunca minto descaradamente, mas acabei chegando à conclusão de que verdade e educação escolar são coisas incompatíveis.

A lição por detrás da enumeração das turmas é a de que não há forma de escapar de sua classe a não ser por mágica. Até isso acontecer você deve permanecer aonde foi colocado.

A segunda lição que eu ensino às crianças é a de se ligarem e se desligarem como tivessem interruptores. Eu solicito que elas se envolvam completamente com as minhas aulas, pulando de suas cadeiras por antecipação, competindo vigorosamente umas com as outras pelos meus favores. Mas quando toca o sinal eu insisto que eles abandonem o trabalho logo de uma vez e se dirijam o quanto antes à próxima estação de trabalho. Nada de importante é acabado nas minhas aulas, ou em qualquer outra classe da qual eu tenha ouvido falar.

A lição por detrás dos sinais é a de que já que nenhum trabalho é digno de ser terminado, por que se preocupar profundamente a respeito de qualquer coisa? Os sinais são a lógica secreta do período escolar; o seu argumento é inexorável; os sinais destroem o passado e o futuro, convertendo todo e qualquer intervalo em uma mesmice, da mesma forma como um mapa abstrato tornam iguais a todo rio e montanha, apesar de na verdade não serem. Os sinais atenuam os efeitos de qualquer comprometimento através da indiferença.

A terceira lição que eu ensino é a de submeter todos os seus desejos a uma pré-destinada cadeia de comando. Direitos podem ser garantidos ou tolhidos, pelas autoridades, sem direito a apelação. Como um professor de escola eu intervenho em muitas decisões pessoais, garantindo um passe livre para aquelas que eu julgo legítimas, ou para os estudantes que iniciam um confronto contra todo e qualquer comportamento que soe como uma ameaça ao meu controle. Meu julgamento vem rápido e afiado, por que a individualidade está constantemente tentando se auto afirmar na minha sala de aula. Individualidade é uma maldição para todos os sistemas de classificação, uma contradição à teoria das turmas escolares.

Aqui estão alguns exemplos de como a coisa se apresenta: algumas vezes os alunos dão uma escapadinha para o banheiro sob o pretexto de satisfazer suas necessidades de forma a garantir um momento a sós; eles me surrupiam um momento a sós no corredor sob o pretexto de que precisam tomar água. Algumas vezes a vontade própria aparece bem na minha frente na forma da raiva, depressão e revigoradas por coisas além da minha alçada. Em tais situações, para alunos, não existem direitos e sim apenas privilégios, que podem ser retirados.

A quarta lição que eu ensino é que quem determina o currículo do que você irá estudar sou eu. (Preferivelmente eu apoio decisões transmitidas a mim pelas pessoas que pagam meu salário). Este poder me permite separar os bons alunos dos maus alunos instantaneamente. Bons alunos realizam as tarefas que eu proponho com um mínimo de conflito e talvez até uma demonstração mínima de entusiasmo. Das milhões de coisas valorosas que uma pessoa poderia aprender, sou eu quem decide para quais delas nós vamos ter tempo. As escolhas são minhas. Não há espaço para a curiosidade no meu trabalho, apenas para a conformidade.

Os maus garotos lutam contra isso, é claro, tentando aberta ou dissimuladamente tomar decisões por conta própria a respeito do que eles irão aprender. Como nós podemos fazer isso e sobreviver como professores? Afortunadamente existem procedimentos que servem justamente para vencer a força de vontade daqueles que resistem.

Essa é outra forma através da qual eu ensino a lição de dependência. Boas pessoas esperam que um professor lhes diga o que fazer. Essa é a lição mais importante de todas, a de que nós devemos esperar que outras pessoas, melhor qualificadas do que nós, nos ditem o sentido de nossas existências. Não é exagero nenhum dizer que toda a nossa economia depende do aprendizado dessa lição. Pense no prejuízo que adviria do fato das crianças não serem devidamente treinadas a respeito da lição de dependência: A indústria do serviço social dificilmente conseguiria sobreviver, incluindo a crescente indústria do aconselhamento; a indústria de todos os tipos de entretenimento, incluindo a televisão, iriam sucumbir caso as pessoas se lembrassem sobre como se divertir por conta própria, o serviços de alimentação, os restaurantes e os armazéns de comida instantânea iriam encolher se as pessoas readquirissem o hábito de preparar as próprias refeições ao invés de depender de que estranhos cozinhem para eles. Boa parte do Direito, Medicina e Engenharia modernas também iriam sucumbir – assim como a indústria da confecção – a não ser que todos os anos pingue das escolas um suprimento garantido de casos perdidos. Nós construímos um modo de vida que depende de pessoas que esperam que os outros lhes digam o que fazer por que elas não saberiam agir de outra forma. Pelo amor de Deus, não vamos virar essa canoa!

Na quinta lição eu ensino que o seu respeito próprio deveria depender da avaliação de um observador. Meus alunos são continuamente avaliados e julgados. Um relatório mensal, impressionante por sua precisão, é mandado para a casa de todos os estudantes para espalhar a aprovação, ou demarcar exatamente – com a precisão de um ponto percentual – o quão insatisfeito os pais devem ficar com seus filhos. Apesar de algumas pessoas se surpreenderem com o pouco tempo e reflexão que são gastos na elaboração de tais relatórios, o peso cumulativo de tais documentos aparentemente objetivos estabelece um perfil de imperfeição que induz um estudante a chegar a certas decisões a respeito de si e do seu futuro baseados no julgamento casual de estranhos.

A auto-avaliação – o ingrediente principal de todo grande sistema filosófico que já surgiu no mundo – nunca é um fator considerado nessas situações. A lição por detrás das notas, dos boletins e das avaliações é que as crianças não deveriam confiar em si mesmas nem em seus próprios pais, mas devem acreditar na avaliação de um profissional qualificado. As pessoas precisam ouvir das outras o quanto realmente elas valem.

Na sexta lição eu ensino às crianças que elas estão sendo observadas. Eu mantenho cada aluno sob vigilância contínua assim como fazem os meus próprios colegas. Não existe espaço nem tempo para a privacidade das crianças. O intervalo entre as aulas dura apenas 300 segundos justamente para manter a confraternização promíscua nos menores níveis possíveis. Os estudantes são encorajados a bisbilhotar as vidas uns dos outros e inclusive a bisbilhotar a vida de seus pais. E é claro, eu também encorajo os próprios pais a denunciar a desobediência de seus próprios filhos.

Eu prescrevo “dever de casa” de forma que a vigilância se estenda ao ambiente doméstico, onde os estudantes poderiam de outra forma usar seu próprio tempo para aprender algo que não foram autorizadas, talvez de seus pais ou mães, ou talvez como aprendiz de alguma pessoa mais sábia da vizinhança.

A lição por detrás da vigilância constante é a de que não se pode confiar em ninguém, que privacidade não é algo legítimo. A vigilância é uma necessidade antiga entre certos filósofos influentes, e foi uma prescrição fundamental proposta por Calvino no seu Institutos, por Platão em A República, por Hobbes, por Comte e por Francis Bacon. Todos esses homens sem filhos chegaram à mesma conclusão: As crianças devem ser vigiadas de perto caso você quiser manter uma sociedade sob controle.

Realmente é o maior triunfo da educação escolar que mesmo entre os melhores professores e mesmo entre os melhores pais existe apenas um pequeno número de pessoas que são capazes de imaginar uma forma diferente de fazer as coisas. Mesmo há apenas algumas gerações as coisas eram diferentes nos Estados Unidos: a originalidade e a variedade eram moeda corrente, a nossa liberdade acerca da arregimentação nos tornou o milagre do mundo, as barreiras entre as classes sociais eram fáceis de transpor; a nossa cidadania era maravilhosamente confiante, criativa e capaz de fazer muitas coisas de maneira independente, como pensar por conta própria. Nós éramos uma coisa impressionante, por nós mesmos, como indivíduos.

São necessárias apenas 50 horas para transmitir instrução básica e habilidades matemáticas suficientes para tornar qualquer criança um autodidata. O apelo à prática da “instrução básica” é uma cortina de fumaça por trás da qual as escolas pré-esvaziam o tempo das crianças por doze anos e as ensinam as seis lições que eu acabei de lhes ensinar.

Nós tivemos uma sociedade crescentemente sob controle centralizado nos Estados Unidos desde pouco antes da Guerra Civil: A vida que levamos, as roupas que vestimos, o alimento que comemos e as verdes placas de beira de estrada que nós vemos quando dirigimos de costa a costa são produtos deste controle central. Assim como, eu acho, são a epidemia de drogas, suicídio, divórcio, violência, crueldade e a transformação das classes em castas nos Estados Unidos, produto da desumanização das nossas vidas, a diminuição dos valores individuais e familiares impostos pelo controle central.

Sem o exercício de um papel ativo em vida comunitária nenhuma pessoa pode se desenvolver enquanto ser humano. Aristóteles nos ensinou isso. Com certeza ele tinha razão, olhe ao seu redor e olhe no espelho: eis a demonstração.

A “escola” é um sistema de suporte avançado para uma visão de engenharia social que condena a maioria das pessoas a serem pontos de apoio de um sistema piramidal que afunila tudo em direção a um centro de controle conforme ascende. A “escola” é um artifício que serve para fazer essa ordem piramidal parecer inevitável (apesar de tal premissa se constituir em uma traição fundamental à Revolução Americana). Nos tempos coloniais até o período da Nova República para começar nós sequer tínhamos escolas. Ainda assim a promessa de democracia estava começando a ser realizada. Nós viramos nossas costas para essa promessa trazendo à vida esse antigo sonho do Egito: treinamento em subordinação compulsório para todos. Educação compulsória foi o segredo que Platão tão relutantemente transmitiu quando entregou os planos para um controle absoluto da vida humana pelo Estado.

O debate atual a respeito de se deveríamos ter ou não um currículo nacional é falso; nós já temos um, inseridos dentro das seis lições que eu apresentei a vocês e mais algumas poucas das quais eu lhes poupei. Esse currículo produz paralisia moral e intelectual, e nenhum currículo de conteúdo será suficiente para reverter os seus efeitos ruins. O objeto da presente discussão é uma enorme perda de tempo.

Fiquem sabendo, entretanto, que nada disso é inevitável. Nada disso é impermeável a mudanças. Nós temos alternativas de verdade quando se trata de educar as nossas crianças, de forma que na verdade não existe um “caminho certo”. Na verdade não existe uma “competição internacional” que dirija as nossas vidas, por mais difícil que seja perceber uma coisa dessas em um mundo aonde a mídia bloqueia toda e qualquer intervenção no sentido contrário. Em uma análise materialista nós vivemos em uma nação auto suficiente. Se formos analisar as coisas sob uma ótica não materialista que encontrasse significado onde ele está normalmente estabelecido – em famílias, em amigos, na mudança das estações, na natureza, nas cerimônias e rituais simples, na curiosidade, na generosidade, na compaixão e na solidariedade, em uma independência e privacidade decentes – aí sim seríamos realmente auto-suficientes.

Como esses lugares terríveis conhecidos como “escolas” vieram a acontecer? Da forma que conhecemos, elas são o resultado dos dois “Terrores Vermelhos” de 1848 e de 1919, quando interesses poderosos tiveram medo de uma revolução entre o proletariado industrial e, parcialmente, são resultado da repulsa que as famílias mais poderosas – junto com a Igreja Católica — tinham em relação às ondas de imigração célticas, eslavas e latinas após 1845. E, certamente, um terceiro e importante fator pode ser encontrado na repulsa que essas mesmas famílias sentiam em relação ao livre movimento de africanos pela sociedade após a Guerra Civil.

Olhe novamente para as seis lições da escola. Elas são basicamente um treinamento para classes subalternas, ou seja, para pessoas que para sempre serão privadas de encontrar a sua própria genialidade e inspiração. E o cerne do seu treinamento pode ser encontrado na sua lógica original: Controlar os pobres. Desde os anos 20 o crescimento da bem articulada burocracia escolar, e o crescimento menos visível de uma horda de indústrias que se aproveitam da escola da forma como ela é, ampliaram os objetivos iniciais da escola para abranger os filhos e filhas da classe média.

Alguém se surpreende com o fato de Sócrates ter se enfurecido com a acusação de que ele recebeu dinheiro para ensinar? Desde então os filósofos têm visto claramente o inevitável advento da profissionalização da função de professor, pré-esvaziando o sentido dessa função que, em todos os casos, pertence a todas as pessoas pelo menos no que tange a uma comunidade saudável; pertence, na verdade, mais claramente a cada um de nós, dado que ninguém se preocupa mais com os nossos destinos do que nós mesmos. A profissionalização da função implica em outro terrível erro: Ela torna as coisas que são inerentemente fáceis de aprender, como ler, escrever e aritmética, difíceis – através da insistência de que elas sejam ensinadas de acordo com procedimentos pedagógicos.

Com lições como as quais eu vos ensino todos os dias, alguém se impressiona com o fato de havermos uma crise nacional como a que enfrentamos hoje? Pessoas jovens que são indiferentes ao futuro e ao mundo adulto, indiferente a quase todas as coisas com exceção da diversão de brinquedos e violência? Sejam elas ricas ou pobres, crianças em idade escolar não podem se concentrar em qualquer coisa por muito tempo. Elas têm um senso muito precário do tempo que passou e que virá, elas vêem a intimidade com desconfiança (como filhos de pais separados como elas realmente são); elas odeiam a solidão, são cruéis, materialistas, dependentes, passivas, violentas, tímidas em face do inesperado, e viciadas em distração.

Todas as tendências periféricas da infância são estimuladas a uma extensão grotesca através da educação escolar, cujo currículo oculto impede as crianças de um desenvolvimento efetivo de suas personalidades. Na verdade, sem a devida exploração da temeridade, egoísmo e inexperiência das crianças as nossas escolas não poderiam de forma alguma sobreviver, e eu sequer teria me diplomado como professor.

“Pensamento Crítico” é um termo muito frequentemente ouvido nos últimos dias como sinônimo de uma forma de treinamento que irá herdar os novos dias da educação em massa. Certamente irá, se isso chegar a acontecer. Nenhuma escola comum que verdadeiramente se arriscasse a ensinar o uso da dialética, da heurística, e outras ferramentas usadas pelos livre-pensadores poderia durar um ano sem se auto-destruir.

Professores de educação escolar são nocivos ao desenvolvimento infantil. Ninguém escapa ao Currículo das Seis Lições ileso, nem sequer os próprios instrutores. O método é profunda e radicalmente anti-educacional. Nenhum retoque será capaz de resolver isso. Em uma das maiores ironias da tragédia humana, a reflexão profunda que a educação escolar precisa iria custar tão menos do que nós estamos investindo agora que é improvável que alguém o faça. Primeiro e antes de tudo, o negócio no qual estou envolvido é uma agência de postos de trabalho e de contratação de serviços. Nós não podemos nos dar ao luxo de poupar dinheiro, mesmo que seja para ajudar crianças.

Ao passo ao qual historicamente chegamos, e após 26 anos de profissão como professor, eu devo concluir que uma das únicas alternativas que restam no horizonte da maioria das famílias é educar seus próprios filhos em casa. Escolas pequenas e não institucionalizadas são outra. Alguma forma de sistema de livre-mercado é o melhor lugar para procurar respostas relativas à educação escolar. Mas a quase impossibilidade de ter acesso às fragmentadas famílias dos pobres, e para os muitos que vivem na margem de dentro da classe média, nos ajudam a predizer que o desastre das Escolas das Seis Lições irão existir por muito tempo.

Após passar o tempo de vida adulta ensinando em uma dessas escolas eu acredito que o método desse tipo de educação é o único e verdadeiro conteúdo que essas escolas ensinam. Não se deixe enganar acreditando que um bom currículo, bons equipamentos ou bons professores irão fazer a diferença na educação escolar de seus filhos. Todas as patologias que nós consideramos vêm em grandes doses por que as lições que as escolas dão impedem as crianças de estabelecerem compromissos importantes consigo mesmos e com suas famílias, de aprender lições de auto-motivação, perseverança, auto-confiança, coragem, dignidade e amor – e, é claro, lições sobre como agradar aos outros, as quais estão entre as lições mais importantes da vida doméstica.

Há 30 anos atrás estas coisas ainda podiam ser aprendidas no tempo que as crianças tinham depois do horário escolar. Mas a televisão, por sua vez, passou a consumir a maior parte desse tempo, e uma combinação entre televisão e os estresses peculiares às famílias de apenas um pai, ou nos quais ambos trabalham, praticamente engoliram a maior parte do tempo que antes era utilizado para se passar com a família. Freqüentar a escola se assemelha a começar a vida com uma sentença de doze anos de prisão na qual maus hábitos é o único currículo realmente aprendido. Eu ensino as pessoas sobre educação escolar e ganho prêmios fazendo isso. Eu deveria saber.

Anúncios

4 Responses to “O Currículo das Seis Lições”


  1. 2 May
    setembro 26, 2009 às 10:09 pm

    Sério, mto obrigada mesmo pela traduçao!

  2. 3 Kana
    outubro 4, 2009 às 12:37 pm

    Parabéns cara! E obrigado também.

  3. 4 Rodrigo Bastos
    setembro 17, 2010 às 7:46 pm

    Boa tradução, parabéns! Tem a versão com 7 lições, mas acho que dá no mesmo. Ninguém traduz JTG no Brasil, porque será? abs


Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s


%d blogueiros gostam disto: