Archive for the 'media' Category

31
mar
16

Curadoria – a terceira fronteira da web

Posted by Guest Writer – January 8, 2011 
Este é um artigo escrito pelo convidado Partice Lamothe – Diretor Executivo do Pearltrees (Pearltrees é um cliente da consultoria do SVW). Esta é uma versão levemente editada do artigo “La troisiéme frontiére du Web” que apareceu na revista OWNI – Jornalismo Digital – Março de 2010. O artigo propõe que os princípios fundadores da Internet só agora estão sendo implementados e que a próxima fronteira é organizar, ou fazer a curadoria, da Internet.
Por Patrice Lamothe
 
Patrice_N_B_800pixTodos estão percebendo que a web está entrando em uma nova fase de seu desenvolvimento.
Um dos indicativos desta transição é a multiplicação das tentativas de explicar as mudanças que estão acontecendo. Explicações funcionalistas enfatizam a web em tempo real, sistemas colaborativos e serviços georeferenciados. Explicações técnicas argumentam que a interconectividade entre os dados é o desenvolvimento atual mais importante. Eles consideram as novas fronteiras da web intimamente relacionadas à web semântica, ou à “web das coisas”.
Apesar destas explicações serem ambas pertinentes e intrigantes ao mesmo tempo, nenhuma delas oferece uma matriz analítica que dê conta de explicar o desenrolar dos acontecimentos atuais. Algumas ideias são específicas demais.
A “web em tempo real”, por exemplo, é uma das tendências mais claras e influentes atualmente. Mas, uma vez feita essa observação, não temos uma pista sequer acerca da utilidade ou do impacto da “web em tempo real” ou, mais importante, como isso se encaixa no desenvolvimento da web como um todo.
Em contraste, outras explicações são abrangentes demais para servir a qualquer fim útil.

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15
fev
14

O Papel Secreto da NSA no Programa de Assassinatos dos EUA

Por Jeremy Scahill e Glenn Greenwald

Link original da matéria: https://firstlook.org/theintercept/article/2014/02/10/the-nsas-secret-role/

10 Fev 2014, 12:03 AM EST 540

Créditos: Kirsty Wigglesworth/Associated Press.

Glenn GreenwaldA Agência de Segurança Nacional (NSA) está usando análise complexa de resultados de vigilância eletrônica, ao invés de inteligência humana, como método primário para localizar alvos para mortíferos ataques por drones – uma tática pouco confiável que resulta na morte de desconhecidos e pessoas inocentes.

Jeremy ScahillDe acordo com um ex-operador de drones para o Comando de Operações Especiais Conjuntas (JSOC) que também trabalhou para a NSA, a agência frequentemente identifica alvos baseada em controversas análises de metadados e tecnologia de rastreamento de celulares. Ao invés de confirmar a identidade de um alvo usando efetivos ou informantes em campo, a CIA ou o exército dos EUA realizam ataques com base na atividade e na localização do telefone móvel que acreditam que a pessoa esteja usando.

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29
dez
10

Abaixo Assinado: Asilo Político para Julian Assange (no Brasil)!

Recentemente em entrevista ao jornal O Estado de São Paulo, Julian Assange declarou não apenas que tem estudado ampliar as operações do WikiLeaks no Brasil como ficaria agradecido caso nosso país lhe oferecesse asilo político. Afirma que a declaração do Presidente Lula foi corajosa, que espera a mesma postura da presidente eleita, Dilma Rousseff e que, o Brasil é grande o suficiente para ser independente da pressão dos EUA.

Atualmente Julian Assange se encontra na Inglaterra, respondendo em liberdade a uma acusação inventada por razões puramente políticas. Para não entrar em muitos detalhes, se trata da acusação de prática de sexo consensual sem o uso de preservativos, criminosamente referida como “estupro”.

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24
dez
10

Repercussão de blog quase rende processo

Vinícius Simões afirma ter cautela e procura frequentemente a ocorrência de seu nome

No intuito de promover a militância e o movimento estudantil na época de faculdade, Vinicius Simões criou um blog no qual pudesse colocar artigos de sua autoria, bem como de terceiros Com a participação em fóruns e lista de discussão e os textos com fortes críticas à gestão da reitoria da universidade, não demorou para que seu nome e suas ideias ganhassem grande repercussão, principalmente no meio acadêmico ”Uma delas, que pode ser considerada negativa, foi uma ameaça de processo vinda do assessor do reitor para que eu retirasse do ar a menção que fazia sobre ele”, lembra Simões, que hoje é servidor municipal

O conteúdo não foi retirado, nem a ameaça levada adiante Mas a partir desse episódio, ele percebeu que o que é colocado na internet precisa de bastante cautela ”Não me arrependo do que escrevi Faz parte da minha trajetória enquanto indivíduo É diferente da exposição gratuita e sem consciência que os jovens se submetem hoje em dia Mas esta situação me levou a ter mais cuidados”, defende

Até mesmo por isso, hoje, Simões evita colocar informações pessoais na rede Seu perfil numa rede social só consta o primeiro nome ”Tudo para dificultar que consigam levantar dados a meu respeito”, diz ele, que confessa procurar frequentemente a ocorrência de seu nome na internet

Marian Trigueiros

Fonte: Folha de Londrina

13
dez
10

A campanha de intimidação massiva contra o Wikileaks está assustando defensores da mídia livre no mundo todo

Caros amigos,

A campanha de intimidação massiva contra o WikiLeaks está assustando defensores da mídia livre do mundo todo.

Advogados peritos estão dizendo que o WikiLeaks provavelmente não violou nenhuma lei. Mas mesmo assim políticos dos EUA de alto escalão estão chamando o site de grupo terrorista e comentaristas estão pedindo o assassinato de sua equipe. O site vem sofrendo ataques fortes de países e empresas, porém o WikiLeaks só publica informações passadas por delatores. Eles trabalham com os principais jornais (NY Times, Guardian, Spiegel) para cuidadosamente selecionar as informações que eles publicam.

A intimidação extra judicial é um ataque à democracia. Nós precisamos de uma manifestação publica pela liberdade de expressão e de imprensa. Assine a petição pelo fim dos ataques e depois encaminhe este email para todo mundo – vamos conseguir 1 milhão de vozes e publicar anúncios de página inteira em jornais dos EUA esta semana!

http://www.avaaz.org/po/wikileaks_petition/97.php

O WikiLeaks não age sozinho – eles trabalham em parceria com os principais jornais do mundo (NY Times, Guardian, Der Spiegel, etc) para cuidadosamente revisar 250.000 telegramas (cabos) diplomáticos dos EUA, removendo qualquer informação que seja irresponsável publicar. Somente 800 cabos foram publicados até agora. No passado, a WikiLeaks expôs tortura, assassinato de civis inocentes no Iraque e Afeganistão pelo governo, e corrupção corporativa.

O governo dos EUA está usando todas as vias legais para impedir novas publicações de documentos, porém leis democráticas protegem a liberdade de imprensa. Os EUA e outros governos podem não gostar das leis que protegem a nossa liberdade de expressão, mas é justamente por isso que elas são importantes e porque somente um processo democrático pode alterá-las.

Algumas pessoas podem discordar se o WikiLeaks e seus grandes jornais parceiros estão publicando mais informações que o público deveria ver, se ele compromete a confidencialidade diplomática, ou se o seu fundador Julian Assange é um herói ou vilão. Porém nada disso justifica uma campanha agressiva de governos e empresas para silenciar um canal midiático legal. Clique abaixo para se juntar ao chamado contra a perseguição:

http://www.avaaz.org/po/wikileaks_petition/97.php

Você já se perguntou porque a mídia raramente publica as histórias completas do que acontece nos bastidores? Por que quando o fazem, governos reagem de forma agressiva, Nestas horas, depende do público defender os direitos democráticos de liberdade de imprensa e de expressão. Nunca houve um momento tão necessário de agirmos como agora.

Com esperança,

Ricken, Emma, Alex, Alice, Maria Paz e toda a equipe da Avaaz

09
abr
08

Folha de Londrina, 03 de Junho de 2007

Segue abaixo uma cópia da entrevista que o reitor da Universidade Estadual de Londrina deu em visita á Folha de Londrina e na qual faz declarações absurdas e discriminatórias a respeito do Movimento Estudantil da UEL. Por falta de críticas verdadeiras ele afirma que o movimento estudantil é financiado por partidos de ultra-esquerda – por possuir dinheiro para comprar apitos, faixas e narizes de palhaço – e que as pessoas que se manifestavam contra o plano – um plano de segurança proposto pelo seu chefe de segurança, um capitão afastado da Polícia Militar, Pedro Marcondes – “tinham interesse que a UEL fosse campo livre para o tráfico”, ou seja, que eram drogadas ou traficantes.

O artigo pode ser encontrado no seguinte endereço:

http://www.bonde.com.br/folha/folhad.php?id=3371LINKCHMdt=20070603

Um relato sobre a AudIência Pública, bom para desmentir certas afirmações, pode ser lido em: Sobre a Audiência Pública

PLANO DE SEGURANÇA DA UEL – Universidade é campo fértil para o tráfico
Reitor disse, em visita à FOLHA, que a segurança na UEL vai além da construção de um muro, é necessário contratar seguranças, mas admite não ter autonomia para fazer isso

rquivo FOLHA

Para reitor Wilmar Marçal, há interesses partidários nas manifestações dos estudantes, contrários ao fechamento do campus

Os protestos que impediram a realização de audiência pública sobre o Plano de Segurança da Universidade Estadual de Londrina (UEL), na última quarta-feira, marcaram o primeiro grande conflito entre o reitor Wilmar Marçal e o movimento estudantil. Em entrevista à FOLHA, o reitor lançou dúvidas sobre a legitimidade dos opositores do plano. Também falou dos decretos do governo estadual que ameaçam a autonomia universitária.

O senhor imaginava que o Plano de Segurança provocaria tanta polêmica?

Imaginava. Temos fortes indícios de que a UEL é campo fértil para o tráfico de drogas. Quando se mexe com organizações que têm interesse em que o campus continue aberto, espera-se manifestações.

Os estudantes dizem que não estão tendo voz na discussão…

Os estudantes estão sem representação no Conselho há mais de seis meses. Passamos para eles a necessidade de se cumprir os quesitos previstos no regimento da UEL, mas continuam irregulares. O plano está sendo discutido, sim, com os centros de estudo e departamentos. O entorno da UEL, através de 40 pessoas representativas, já se manifestou favorável. Esses estudantes (que promovem os protestos) estão tendo provavelmente fomento e ajuda financeira de alguém, porque têm dinheiro para gastar com faixa, repique, bumbo, nariz, uma série de coisas que não condiz com o discurso de que são carentes. É preciso identificar quem está por trás disso.

Alguma idéia?

Acho que há interesses partidários, talvez de grupos de ultra-esquerda.

Interesse de partidos, de traficantes… Não há opiniões contrárias ao plano que sejam isentas? Temos várias nas sessões de cartas…

Eu questiono um pouquinho a idoneidade das cartas, acho que algumas são também fruto de organizações interessadas em mostrar um lado contrário. E existe muita desinformação. A opinião pública precisa saber que boa parte dos alunos que fazem parte desse movimento contrário são repetentes há seis, sete anos. Eu também questiono por que isso acontece.

Os próprios seguranças da UEL apontam que o quadro está defasado. A contratação de mais vigias não poderia anteceder uma medida mais radical?

Contratação depende do governo do Estado, existe um limite de acordo com a Lei de Responsabilidade Fiscal. Não temos autonomia para fazer isso. É lógico que a universidade precisa de mais efetivo, ela cresceu muito. Temos que ter 200 vigias, e não 138 como tem hoje. Além disso o quadro dos agentes de segurança está bem próximo da aposentadoria.

Em relação ao governo estadual, a UEL vai brigar para recuperar a autonomia das viagens de professores ao exterior?

Estamos tentando convencer o governador a reestudar o decreto 5.098, que trata disso. O professor quando vai para o exterior ele vai em busca de contatos e aprimoramentos. É característica da pesquisa; acontece em todas as universidades. Na UEL temos assessoria de relações internacionais que é um setor que busca contatos com pesquisadores de todo o mundo e isso inclui um trabalho de levar estudantes para intercâmbio. A idéia é que a UEL se fortaleça ainda mais nesse quesito.

Os reitores reclamam que nem a própria secretária de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Lygia Puppato, vem participando dessas decisões. A pasta está sendo relegada nesta gestão?

Não há a efetiva consulta que deveria ter. No momento em que o governo, através de seu líder na bancada legislativa, faz um projeto para unificar o calendário dos vestibulares na calada da noite, e sequer a secretária é consultada, alguma coisa está errada.

Vanessa Navarro
Reportagem Local

07
abr
08

Ocupação da UNB – Rádio $5 mil por hora

Segue abaixo um vídeo feito pelo pessoal da RALACOCO – Rádio Laboratório de Comunicação Comunitária – e que fala da Rádio $5 mil por hora, a rádio da Ocupação da UNB.

Para acessar a rádio basta entrar em www.dissonante.org e escolher Rádios

Para saber mais informações da ocupação, basta acessar http://ocupacaounb.blogspot.com